Mais de 16 milhões de brasileiros moram em favelas. E foi pensando nesse público que, em 2020, nasceu a Digital Favela, que tem como objetivos principais conectar marcas aos potenciais consumidores da periferia e de dar voz ao que a agência chama de ‘criatividade periférica’.
‘As grandes marcas sempre estiveram nas mesas das favelas, só as favelas que não estavam na mesa das marcas’, afirma Tiago Trindade, sócio e CCO da empresa. Tiago foi o personagem da ‘Entrevista Extra’ do episódio 208 do programa Mídia e Marketing desta semana – veja a entrevista com ele no vídeo abaixo, a partir dos 40:35:
‘Favela não é nicho. Nicho é quem não está na periferia’, diz Tiago. Para ele, os moradores da favela não se viam como criadores de conteúdo. ‘Essa educação também passa pelo nosso trabalho. Hoje temos quase 100 mil creators capacitado ao nosso lado’, afirma.
Precisamos fugir do estereótipo. Não é filantropia, é negócio. Favelado também fala de vinho bom, de lifestyle e de carro. A gente dita tendência na moda, na música e também na criatividade.
Tiago Trindade, sócio da Digital Favela.


