País foi escolhido pela presença de uma população jovem com acesso a plataformas digitais, como Instagram e TikTok
Celso Athayde (CUFA e Favela Holding) e Tiago Trindade, sócio e cofundador da Digital Favela, anunciam ampliação da estratégia da companhia
A Digital Favela, plataforma pioneira em conectar marcas a influenciadores de favelas e periferias no Brasil, está dando um passo importante na sua trajetória de crescimento: a empresa anunciou sua primeira expansão internacional, com atuação inicial em Angola, na África.
A iniciativa faz parte da estratégia da Favela Holding, grupo do qual a Digital Favela faz parte, que reúne soluções voltadas à geração de renda e inclusão nas comunidades periféricas. A escolha por Angola não é por acaso: trata-se de um país com laços culturais profundos com o Brasil, onde a presença de favelas e periferias é igualmente marcante — e, ao mesmo tempo, negligenciada pela publicidade tradicional.
“A favela é global. E a potência criativa, cultural e social que vem desses territórios precisa ser valorizada em todo lugar”, afirma Celso Athayde, CEO da Favela Holding e fundador da CUFA (Central Única das Favelas).
Com a expansão, a Digital Favela pretende replicar o modelo de conexão entre marcas e influenciadores locais, garantindo que as campanhas dialoguem com o território, a linguagem e os códigos da quebrada — seja ela em São Paulo, no Rio ou em Luanda.
Além da presença em Angola, a empresa já tem planos de ampliar sua atuação para outros países africanos e regiões periféricas da América Latina, levando sua missão de transformar visibilidade em oportunidade para quem vive à margem do mercado publicitário tradicional.


